Poesia de Cabeceira

Daniel Santos

Daniel Santos

Quem nunca questionou o porquê de algo ou a injustiça da vida? Quem nunca fechou os olhos com vontade de que, quando os abrisse, tudo não passasse apenas de um pesadelo, ou que nem sequer os chegasse mesmo a abrir? Quem nunca viveu a vida dos outros e se descuidou da sua própria existência? Quem nunca perdeu alguém que amava por mero desleixo?

A resposta a estas e a muitas outras perguntas pode estar nestes 64 poemas –  ou uma tentativa falhada de poesia – que pretendem abrir os olhos às maravilhas e às temíveis coisas da vida, sem esquecer da sua efemeridade e constante caráter de mudança. Estes pensamentos do autor serão também, certamente, os seus.

Caso contrário, considere-se uma pessoa feliz.

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