Pseudovidas

Patrícia Canha Couteiro

Patrícia Canha Couteiro

Como sempre, o taxista insistia em manter o monólogo, limitando-se a parar em qualquer coisa a quem alguém deu em tempos o nome de semáforo... e  sabe Deus, o que me custava vê-lo parar. Parava ele e não parava o taxímetro!

5.5+5.5  para o táxi, 4.20 para o tabaco, mais o caldo verde e o pão e não dava para sair todos dias e depois ?! A minha cabeça fazia-se calculadora, mas nada que uma boa noitada não ajudasse a recalcar...ainda que só em parte.

Utilizamos cookies próprios e de terceiros para lhe oferecer uma melhor experiência e serviço.
Para saber que cookies usamos e como os desativar, leia a política de cookies. Ao ignorar ou fechar esta mensagem, e exceto se tiver desativado as cookies, está a concordar com o seu uso neste dispositivo.