Como sempre, o taxista insistia em manter o monólogo, limitando-se a parar em qualquer coisa a quem alguém deu em tempos o nome de semáforo... e sabe Deus, o que me custava vê-lo parar. Parava ele e não parava o taxímetro!
5.5+5.5 para o táxi, 4.20 para o tabaco, mais o caldo verde e o pão e não dava para sair todos dias e depois ?! A minha cabeça fazia-se calculadora, mas nada que uma boa noitada não ajudasse a recalcar...ainda que só em parte.
