Quem disse que os mortos não podem deixar recados? Escrito por fios de água

Sílvia Fernandes

Sílvia Fernandes

Cada mente criando tempestades mais barulhentas do que aquela que estava lá fora, prestes a pôr fim às suas miseráveis angústias e ansiedades. O fim estava perto, não tinham de esperar muito, em breve tudo seria água, então os gritos parariam e a calmaria voltaria a reinar. Gritaria interrompida, pulmões cheios, água por todos os lados… desespero e mar. Tudo de volta ao silêncio da noite.

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