A troca do fernezim e variedade capital pela calma e ruralidade do interior não vai agradar a Duarte até este descobrir que a pequena vila do Alto Alentejo lhe pode trazer muito mais do que a grande cidade.
Duarte tem por hábito viver do comodismo e dos pequenos rasgos de utopia que lhe assaltam o raciocínio e rapidamente se vê envolvido numa aventura que começa e termina, e volta a recomeçar quando o destino o intromete numa história que até então não era dele.
“Não me bastava andar atrás de uma mítica e improvável herança e ainda ganhei a triste sorte de estar no local errado à hora errada. E agora?”
