Quinhão

Rui Canatário

Rui Canatário

A troca do fernezim e variedade capital pela calma e ruralidade do interior não vai agradar a Duarte até este descobrir que a pequena vila do Alto Alentejo lhe pode trazer muito mais do que a grande cidade.

Duarte tem por hábito viver do comodismo e dos pequenos rasgos de utopia que lhe assaltam o raciocínio e rapidamente se vê envolvido numa aventura que começa e termina, e volta a recomeçar quando o destino o intromete numa história que até então não era dele.

“Não me bastava andar atrás de uma mítica e improvável herança e ainda ganhei a triste sorte de estar no local errado à hora errada. E agora?”

Utilizamos cookies próprios e de terceiros para lhe oferecer uma melhor experiência e serviço.
Para saber que cookies usamos e como os desativar, leia a política de cookies. Ao ignorar ou fechar esta mensagem, e exceto se tiver desativado as cookies, está a concordar com o seu uso neste dispositivo.