O tempo nunca foi generoso.
E o Arden aprendeu isso demasiado cedo.
Quatro amigos reencontram-se à beira-mar, onde a infância ainda ecoa em flashbacks.
Mas, agora, a doença corta o futuro em pedaços menores, urgentes, impossíveis de ignorar.
As rosas brancas tornam-se símbolos de resistência contra o inevitável.
O amor chega carregado de medo, mas também de coragem, que só quem arrisca conhece.
Na praia, descobrem que viver é um ato de rebeldia contra o tempo.
E que até o que é breve pode ser eterno na memória de quem sente.
Há lágrimas, há risos, há silêncios que dizem mais do que palavras.
Mas, acima de tudo, há dor.
E se há dor, significa que estiveram vivos o suficiente para sentir.
E isso basta nesta amizade.
