A chuva ainda mais longe e os ventrículos calmos agora, arrumados, a barragem sem água que a force, um soprozito junto a mim, pertíssimo e um outro sopro que apaga o tubo branco, não posso mais impedi-lo, as formas desaparecendo num último clarão, uma última pomba que se escapa por uma última réstia de lua lá fora e tudo irá desaparecer para a escuridão e alguém nos sorrirá do outro lado, fazendo-nos sorrir também.
