A história escreveu o “fado” de um pacato país plantado num cantinho soalheiro da Peninsula Ibérica, gritando o hino da liberdade e espalhando cravos vermelhos pelas ruas. Uma revolução atípica que ditou o destino de um povo e a separação de dois amantes, cujo amor puro imortalizou-se nas sombras de um passado sempre presente.
Duas vidas vivenciadas num paralelismo imperfeito, por duas mulheres que percorrem estradas divergentes, que convergem na paixão como encenam o seu papel no universo.
