“ANDRÉ e as MUSAS” é uma penetrante e epigramática “voÂadura” quasi-semi-biográfica pela vida adentro de um hoÂmem e o seu “sobremundo” de náiades, dríades, ninfetas, basÂsáridas, sílfides, “it girls”, “femmes de main” y “super-mujeres”.
ANDRÉ Carreira de Figueiredo, um intrémulo “adolescente de meia-idade”, numa impassível travessa por um variegado de ártemis, odaliscas e “diminutivos de Dolores”. As geniais de pulcritude e pureza. De entusiasmo e de jubilação. De inÂsensibilidade e de imperspicácia... num empíreo de magas Barcelonesas, de benzedoras Conimbricenses, de feiticeiras Santadrinas e de Abrantinas ensardadas. E ao centro, e abaixo do “latíbulo sinfísico”, uma “cefaleiante” “espiral de ruinação”, onde as Dionisíacas são sempre quem mais comanda.
