Bom Dia para Viver!

Tatiana Almeida Cortez

Tatiana Almeida Cortez

“Vejo uma luz a crescer pelas frestas da portada da janela. Não sei se é a luz que cresce ou se é algo dentro de mim.
Sinto-me a fundir nessa luz cega e amarela. Fecho os olhos e vejo uma rua. Esta meia-luz aquece-me a alma.
Caminho em linha recta sem sequer questionar para onde vou ou porque vou. Só sei que tenho de ir! Sinto uma certa humidade a tocar-me na pele do rosto. Já não sinto o meu nariz. Bolas! O cinzento dos paralelos funde-se com o castanho cinza das copas desnudas das árvores. Curiosamente sinto-me calma e em harmonia com estas copas desnudas que se multiplicam pelo caminho. Não vejo ninguém, o que de certa forma, me apazigua. Podia caminhar durante horas!
Longe, bem longe!
De onde vem este som? Olho em volta mas não consigo perceber.
O som intensifica-se, a luz apaga-se e tudo se desvanece.”

“Tinha um misterioso e fantástico futuro no horizonte à espera que ela o deixasse chegar a si. De certa forma iriam ao encontro um do outro.
— Como a vida é fascinante!”

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