“Crescer faz parte da nossa viagem. Não nos fica um pessimismo tremendo nem um otimismo simplório, por ter estado no seio da civilização. Ganhamos consciência, ou pelo menos tentamos melhorá-la. Uma maior consciência social, política, antropológica, filosófica. Um estudante açoriano na capital consegue ser um filósofo de momentos e circunstâncias. Consegue aprender e ensinar. Consegue sentir saudades e consegue regressar às memórias do que foi. Define e sujeita-se à definição.
Lisboa faz jus à atração cosmopolita que subsiste num cidadão do mundo. É por aí que início a viagem. Açores é o fim em si mesmo – a pertença que se ganha a mais, por se ter saído.”
