O que se pretende com este breve ensaio é retirar o conhecimento filosófico da sua modernidade e aplicá-lo aos mais antigos dos nossos antepassados, neste caso o Homo habilis, encontrando neste as bases da formação da consciência e a expressão de uma espiritualidade. Será possível radicar o existencialismo, o estar no mundo, no modo de ser deste hominídeo com dois milhões de anos?
