Alguma coisa batia bruscamente do lado de fora da enorme porta da igreja.
- O que foi isso? – perguntou Safira, mancando em direção ao padre.
- São as bruxas! – gritou Charlotte, que estava com medo.
- Não se preocupem, elas não podem entrar em local sagrado.
Homero abraçou o livro contra o peito.
As batidas ficaram mais fortes.
Charlotte foi buscar outro castiçal que estava perto da janela.
- Uma bruxa normal não tem tanta força assim – Afonso colocou a mão na boca. – Isso não é uma bruxa!
