Há poemas que são como pessoas.
Entram dentro de nós devagarinho.
Há poemas que têm vontade própria.
Estes são poemas retirados do baú das recordações onde foram enfiados quando escritos com vista a memória futura.
Há poemas que são como pessoas.
Entram dentro de nós devagarinho.
Há poemas que têm vontade própria.
Estes são poemas retirados do baú das recordações onde foram enfiados quando escritos com vista a memória futura.