… do desespero, não existe. Como fotografia.
No entanto, existem pedras em que tropeçamos todos os dias. E ao ficarmos devorados pelas pequenas coisas soltas, aquilo que era o sossego, torna-se um traço nervoso.
Mas na cabeceira flutuante, penso agora, todos os murmúrios podem voar como cartas esquecidas.
E a luminosidade que me acompanha o rosto, poderá realmente começar
o teatro…
